Pesquisar

Canais

Serviços

Publicidade
Estado Islâmico

Atentado suicida em Bagdá mata 12 pessoas

France Presse
08 jan 2017 às 13:02
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

Ao menos 12 pessoas foram mortas neste domingo (8) em um atentado suicida reivindicado pelo grupo Estado Islâmico em Bagdá, informaram fontes médicas e da segurança.

O ataque, o último de uma série de atentados sangrentos no Iraque, foi feito por um suicida que detonou seu carro na entrada do principal mercado de frutas e legumes da capital iraquiana, disseram as fontes.

Cadastre-se em nossa newsletter

Publicidade
Publicidade


"Um soldado de guarda na entrada do mercado de Jamila, localizado perto de Sadr City, abriu fogo contra um carro suspeito depois de ser alertado, mas o suicida detonou o veículo", disse à Agência France Press (AFP) o porta-voz do Ministério do Interior, Saad Maan.

Leia mais:

Imagem de destaque

Militar dos EUA morre após atear fogo em si mesmo ao lado da embaixada de Israel

Imagem de destaque
Jovens devolvidos ao Brasil

Argentina aperta cerco contra estudantes brasileiros sem visto e 'falsos turistas'

Imagem de destaque
Medidas de precaução

Argentina vive explosão de casos de dengue e invasão de mosquitos

Imagem de destaque
Topless em frente à catedral

Ucraniana do OnlyFans é procurada pela Rússia por topless na Praça Vermelha


O atentado também feriu mais 39 pessoas, de acordo com relatório inicial fornecido à AFP por fontes hospitalares e um coronel da polícia. O soldado de guarda ficou ferido.

Publicidade


O ataque foi reivindicado em comunicado postado na internet pelo Estado Estado Islâmico, que indicou que o suicida era um iraquiano.


Após período de relativa calma, a capital iraquiana enfrenta uma onda de ataques desde o lançamento, em 17 de outubro, da ofensiva para recuperar Mossul, a segunda maior cidade e reduto dos extremistas do Estado Islâmico.


O último grande ataque ocorreu em 2 de janeiro, em um bairro xiita da capital, no dia em que o presidente francês François Hollande fazia uma visita a Bagdá. Ele deixou 32 mortos e foi reivindicado também pelo Estado Islâmico, que considera os xiitas, maioria no Iraque, como "hereges".

O grupo Estado Islâmico perdeu grande parte do território que havia conquistado em 2014 e defende sua fortaleza de Mossul, no Norte do Iraque.


Publicidade

Últimas notícias

Publicidade