Pesquisa realizada pelo banco suíco UBS posiciona a capital venezuelana, Caracas, como a cidade mais cara para se viver da América Latina. Pelo estudo, o distrito ocupa a 37ª posição num ranking elaborado entre 71 cidades do mundo com os preços mais elevados.
São Paulo é a segunda cidade mais cara da América Latina e a 45ª com maior custo de vida no mundo. A capital paulista está logo à frente do Rio de Janeiro (46ª). No estudo anterior, realizado em 2006, São Paulo era a cidade sul-americana mais cara para se viver - ocupava a 42ª posição -, o Rio vinha logo atrás (43) e próximo Caracas (47). Nesta edição, Oslo (1ª), Copenhague (2ª) e Londres (3ª) continuam as três cidades mais caras para se viver.
Para chegar a tal classificação, o banco UBS realiza a pesquisa baseado em preços de consumo, salário por horas de trabalho e poder aquisitivo em diversas cidades dos cinco continentes.
América Latina
Comparando com a lista anterior, Caracas subiu 10 posições por causa da da inflação elevada do país venezuelano, controlado por Hugo Chávez.
Segundo os dados, entre a primeira pesquisa e sua atualização de agora, a inflação venezuelana subiu 37%, impulsionada pelo contraste dos avanços econômicos (gerados a partir do petróleo) com a moeda fraca e os investimentos estrangeiros reduzidos.
Além de São Paulo e Rio de janeiro, outras cidades latino-americanas citadas no ranking são Santiago do Chile (50ª), Bogotá (53ª), Cidade do México (59ª), Lima (66ª) e Buenos Aires (70ª).