Em reunião realizada na quinta-feira (3), em Assunção, no Paraguai, o presidente da Conmebol, Nicolás Leóz, falou sobre a demanda dos clubes brasileiros, em especial os que disputam a Copa Libertadores, que não querem atuar em partidas com altitude elevada.
Em tom crítico, o dirigente deixou claro que "os clubes que não respeitarem os estatutos e os regulamentos da entidade serão punidos com a perda de pontos, caso não se apresentem nos lugares onde devem jogar".
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O presidente da Federação Peruana de Futebol, Manuel Burga, também criticou a postura do Brasil, único país que se mostrou contrário às medidas da Conmebol. Segundo ele, o país teve apoio quando mais precisou, ou seja, na candidatura da Copa do Mundo de 2014.
Ricardo Teixeira, presidente da CBF foi a único, entre os nove integrantes da Conmebol que não apoiou a realização de jogos acima de 2.750 metros.