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Meio ambiente

Em SP, Greenpeace protesta contra a caça às baleias

Redação Bonde
11 abr 2007 às 18:36
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O Greenpeace levou para a frente do consulado da Nicarágua, em São Paulo, cem caudas de baleias para protestar contra o apoio do país à caça às baleias. A Nicarágua é o único país da América Latina que integra o bloco pró-caça, liderado pelo Japão, na Comissão Internacional da Baleia (CIB).

O mesmo protesto aconteceu simultaneamente em mais oito cidades na Argentina, Chile, México, Colômbia, Portugal, Austrália, Espanha e Nicarágua.

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As caudas simbolizaram as centenas de baleias mortas anualmente, numa matança promovida sobretudo pela indústria baleeira do Japão. Também foi protocolado no consulado um abaixo-assinado coletado na Feira da Liberdade no dia 1º de abril, com cerca de 3 mil assinaturas, muitas delas de descendentes de japoneses que vivem no Brasil, pedindo o voto pró-conservação da Nicarágua na CIB.

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"A Nicarágua tem muito a ganhar com a conservação, incentivando o turismo de observação de baleias, que proporciona renda às comunidades costeiras. Esse tipo de turismo já ocorre em pelo menos 87 países e atrai mais de 9 milhões de pessoas, representando um ganho de US$ 1 bilhão por ano", afirmou Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de baleias do Greenpeace.

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O Greenpeace pede à Nicarágua que integre o grupo conservacionista, formando, junto com o bloco dos países latino-americanos, o "Continente Amigo das Baleias", onde não se caçam baleias, nem para fins científicos, como alega o Japão.


Na terça-feira (10) o governo da Nicarágua anunciou que não apoiará a caça na próxima reunião do CIB. No comunicado, o governo afirmava que vai apoiar a preservação das baleias e defendeu a Declaração de Buenos Aires, que estabelece uma moratória de caça dos cetáceos e rejeita a morte de baleias para fins científicos.

No entanto, o anúncio não impediu a realização dos protestos. Segundo o coordenador da campanha de defesa dos oceanos do Greenpeace Internacional, Milko Schvartzman, o Greenpeace recebeu bem a declaração, mas alertou que não vai parar enquanto a nova posição da Nicarágua não esteja concretizada pelas votações na CIB.


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