Entidades contrárias ao uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas aproveitaram a véspera do julgamento da ação de inconstitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para se manifestar contra a manipulação dos embriões.
A Arquidiocese de Brasília, o Movimento Brasil Sem Aborto e a Associação Pró-Vida Família abraçaram o prédio do STF, na Esplanada dos Ministérios, na manhã desta terça-feira (27).
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O julgamento da ação direta de inconstitucionalidade do artigo 5º da Lei de Biossegurança, que permite o uso de embriões congelados há mais de três anos em pesquisas, acontece amanhã. Os ministros do STF retomam a discussão para definir se essa parte do texto fere ou não a Constituição Federal.
Decisão
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (28), a partir das 8h30, o julgamento de ação de inconstitucionalidade, ajuizada pelo então procurador-geral da República Cláudio Fonteles, contra artigo da Lei de Biossegurança que autoriza as pesquisas com células-tronco embrionárias.
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) receberam, nessa segunda-feira (26), documento do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero (Anis), favorável às pesquisas com células-tronco embrionárias. O material é composto de 21 páginas que reúnem as leis e as normas de 25 países, dos quais apenas um, a Itália, proíbe as pesquisas.