Após cúpula durante o final de semana nas Ilhas portuguesas de Açores, os Estados Unidos e seus aliados anunciaram que desistiram de buscar a autorização da ONU para atacar o Iraque. A guerra deve começar dentro de alguns dias.
Com o fim das negociações, os inspetores de armas da ONU e outros estrangeiros se preparam para deixar Bagdá, fugindo dos iminentes bombardeios na cidade.
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O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, fará um pronunciamento à nação na noite desta segunda-feira para explicar por que ele acha que a guerra é necessária. A não ser que o presidente Saddam Hussein deixe o país imediatamente, a guerra não pode mais ser evitada.
Bush deve dar a Saddam um curto prazo, talvez de 48 ou 72 horas, para que ele saia do país, antes do início da ação militar.
"O tempo para a diplomacia acabou", disse o secretário de Estado norte-americano, Colin Powell.
Na noite de domingo, Bush recomendou aos inspetores da ONU que deixem o Iraque, o que já começa a acontecer.
A ação militar conta com a parovação da maioria da população norte-americana, segundo as pesquisas, mas enfrenta forte oposição popular na Europa Ocidental (incluindo a Inglaterra, onde 75% da população é contra o conflito armado), na Ásia e no Oriente Médio.