Os Estados Unidos lançaram nesta sexta-feira enormes bombas "arrasa-bunkers" em Bagdá, em um dos mais intensos ataques aéreos em nove dias de guerra. Mesmo assim, os moradores da capital do Iraque lotaram as mesquitas da cidade, mais enfurecidos do que assustados com as bombas jogadas sobre a região.
O barulho das explosões e das baterias antiaéreas do Iraque misturaram-se à fúria dos muçulmanos, mas não os impediu de continuar com sua cerimônia. O Iraque prometeu continuar a resistência e levar o "inferno" aos invasores.
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O ministro da Informação iraquiano, Saeed al-Sahaf, disse que os ataques noturnos à capital haviam matado 7 civis e ferido 92. Ele também acusou os EUA de um ataque com bombas de fragmentação contra cidade de Najaf, sagrada para os xiitas, matando 26 civis e ferindo 60.
Depois de cenas caóticas de iraquianos tentando tomar suprimentos esparsos de comida e água, o primeiro navio carregado de assistência humanitária atracou em Umm Qasr, no sul do país.
O Sir Galahad, um navio de suprimento da Marinha Real britânica, trouxe 200 toneladas de alimentos, medicamentos, cobertores e água, depois de dias de atraso, enquanto minas eram removidas da entrada do porto.