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Ex-marido mata a mulher antes de festa do divórcio

07 abr 2010 às 15:37

Um britânico foi acusado de matar sua ex-mulher com 12 facadas durante uma festa que ela promoveu para comemorar o divórcio. Brian Jones, 63 anos, nega que tenha assassinado sua mulher, Katrina Jones, 34, em novembro de 2009 e alega que foi provocado pela ex-mulher.

A Justiça da região de Teesside, no nordeste da Inglaterra, está julgando o caso. De acordo com depoimentos durante o julgamento, no dia de sua morte, Katrina Jones promovia uma festa na casa onde o casal morava antes da separação. Foram colocadas faixas em frente à casa onde se podia ler "A Festa é Aqui" e "Parabéns".


Brian Jones estava hospedado na casa de um vizinho, apesar de ter alugado um apartamento em outra rua depois da separação. Ele alega que perdeu o controle ao ver uma foto sua, em uma situação que ele declara ter julgada desrespeitosa, em um cartaz na casa.


Katrina Jones foi esfaqueada nove vezes no peito e três vezes no braço.


Perda de controle


Jones teria esfaqueado a mulher com uma faca de cozinha e ligado em seguida para os serviços de emergência. "Esfaqueei minha esposa, por favor venham rápido. Vocês vão vir salvá-la?", disse Jones no telefone. "Não quero que ela morra, eu a amo muito", disse ele depois.


Brian e Katrina Jones foram casados durante dez anos mas a relação começou a se deteriorar no final de 2008. Katrina então iniciou o processo de divórcio depois que ter iniciado um caso com um amigo.


O promotor Franz Muller, afirmou durante o julgamento que Katrina tinha dito ao seu amante que o marido tinha afirmado que "se ele não poderia tê-la, nenhum homem poderia".


O processo de divórcio foi concluído em setembro, algumas semanas antes de Brian Jones matar a ex-mulher na casa que os dois dividiam antes da separação.


Sem controle


Em uma declaração à polícia, Jones afirmou que "perdeu o controle" temporariamente. Em uma audiência anterior, Jones afirmou que não era culpado do assassinato da ex-esposa, alegando inimputabilidade (incapacidade penal por doença mental) e provocação.

O julgamento ainda deve durar mais duas semanas.


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