Em greve desde 17 de janeiro, os funcionários da Advocacia-Geral da União (AGU) e outras categorias de advogados públicos federais decidiram voltar ao trabalho a partir de segunda-feira (14).
A decisão do Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal foi motivada pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que permitiu ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão cortar o salário dos grevistas.
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Com salários que variam de R$ 9 mil para os iniciantes a R$ 15 mil na categoria especial, os advogados públicos reivindicavam o reajuste para R$ 11 mil e R$ 18 mil, respectivamente. O acordo foi formalizado pelos advogados, o Ministério do Planejamento e Orçamento e a AGU, em novembro.