O início do ataque norte-americano ao Iraque não fez aumentar o número de consultas de parentes e amigos de brasileiros residentes no Oriente Médio à Sala de Situação para Acompanhamento da Crise no Iraque, que funciona na Central de Atendimento do Ministério das Relações Exteriores.
Segundo o coordenador da sala, embaixador Rubens Barbosa, até o final da tarde desta quinta-feira, foram registradas cerca de 160 consultas por telefone e 80 por e-mail. Desde a noite de quarta, foram 50 telefonemas e 30 e-mails.
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Barbosa informou que nenhum brasileiro residente naquela região manifestou até agora interesse em retornar ao Brasil.
No entanto, ele garantiu que os dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) continuam de prontidão na Base Aérea do Galeão, no Rio, caso algum grupo decida retornar.
Barbosa reiterou a necessidade de os brasileiros manterem contato constante com as embaixadas e consulados no Oriente Médio para obter a orientação necessária à sua segurança e seu retorno.