Pesquisar

Canais

Serviços

O Cristo Redentor (no alto à direita), no Rio de Janeiro, é visto com as luzes apagadas em apoio a Hora do Planeta - WILTON JUNIOR/AGÊNCIAESTADO/AE
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade
Conscientização

Hora do Planeta deixa parte do mundo 'no escuro'

BBC Brasil
31 dez 1969 às 21:33
Continua depois da publicidade

Monumentos nas principais cidades do mundo, inclusive no Brasil, tiveram suas luzes apagadas por uma hora neste sábado, como parte da campanha Hora do Planeta.

Continua depois da publicidade
PUBLICIDADE

Milhares de pessoas em todo o mundo apagaram as luzes entre 20h30 e 21h30 (no horário local) para protestar contra as mudanças climáticas.

Continua depois da publicidade


A expectativa dos organizadores era de que 1 bilhão de pessoas participassem da campanha em 3,4 mil cidades de 88 países.


Um dos primeiros lugares a apagar as luzes foi Sydney, na Austrália. Segundo o correspondente da BBC, Nick Bryant, durante uma hora ficou difícil ver os arranha-céus no horizonte da cidade.


Pouco depois, alguns dos principais marcos dos Jogos Olímpicos de Pequim, como o estádio Ninho de Pássaro e o Centro Aquático Nacional (Cubo D´Água), ficaram às escuras.

Continua depois da publicidade


A China participou da campanha pela primeira vez neste ano. Além da capital, cidades como Xangai, Hong Kong e Guangzhou também apagaram as luzes.


O mesmo se repetiu em vários países, deixando monumentos como o Parlamento e o Big Ben, em Londres, a Torre Eiffel, em Paris, o Empire State Building, em Nova York, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, no Rio, sem iluminação por 60 minutos.


A Hora do Planeta foi realizada pela primeira vez em 2007, em Sydney, por iniciativa da ONG ambientalista WWF, e desde então ocorre todos os anos, no último sábado do mês de março.


Os organizadores dizem querer demonstrar o que cada pessoa pode fazer para reduzir as emissões de carbono e economizar energia e, com isso, atrair atenção para o problema das mudanças climáticas.


Segundo especialistas, o objetivo da campanha é criar uma grande onda de pressão pública para influenciar as negociações das Nações Unidas que ocorrerão em dezembro, em Copenhague, e buscarão um acordo para substituir o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.


O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, declarou seu apoio à iniciativa em um vídeo postado no You Tube. "A Hora do Planeta é uma maneira de os cidadãos do mundo enviarem uma mensagem clara", diz Ban. "Eles querem ações contra as mudanças climáticas."

No entanto, a Hora do Planeta também tem críticos, segundo os quais a iniciativa é um gesto "simbólico e sem sentido".


Continue lendo

Últimas notícias

Publicidade