O primeiro-ministro do Iraque, Nuri Al Maliki, proibiu nesta terça-feira (01) as prisões arbitrárias de milicianos xiitas, cujo líder, o clérigo radical Moqtada Al Sadr, agradeceu a seus homens por terem obedecido a ordem de cessar os combates, após uma semana de confrontos.
Os sinais de apaziguamento vieram após a divulgação de números que mostram que março foi um dos meses com mais vítimas dos últimos tempos no conflito do Iraque, com mais de mil mortos, quase metade deles nos combates entre milicianos xiitas e tropas oficiais.
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"O primeiro-ministro ordenou cessar todo tipo de operação e de prisões arbitrários", afirma um comunicado do governo".
As instruções contrastam radicalmente com a determinação mostrada há uma semana por Maliki, quando lançou uma operação contra milicianos na grande cidade portuária e petroleira de Basra, 550 km ao sul de Bagdá.
Segundo números oficiais, a violência entre milícias xiitas e soldados do governo deixou pelo menos 461 mortos e mais de de 1.000 feridos.