Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Extradição

Itália pode levar caso Battisti ao tribunal de Haia

Agência Estado
02 jan 2011 às 10:42

Compartilhar notícia

Reprodução
siga o Bonde no Google News!

O Governo italiano está disposto a recorrer ao Tribunal de Haia para conseguir a extradição do italiano Cesare Battisti após a recusa do Executivo brasileiro de entregá-lo à Itália, onde foi condenado por quatro homicídios. As declarações foram dadas pelo ministro das Relações Exteriores italiano, Franco Frattini, em entrevista publicada neste domingo pelo jornal "Corriere della Sera", na qual ele também afirma que a Itália enviou uma carta à nova presidente brasileira, Dilma Rousseff, para que reconsidere a decisão anunciada por Lula sobre Battisti.

Na carta, a Itália pede a Dilma que revise "a decisão de seu antecessor" e considere a "sentença do Supremo Tribunal Federal (STF)" que autorizou a extradição de Battisti, condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos cometidos na década de 1970, durante a ditadura.

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.
Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.


Segundo Frattini, o Governo italiano está decidido a utilizar todas as vias legais para conseguir a extradição de Battisti, inclusive recorrendo ao Tribunal de Haia. Após conversas com o primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, e com o ministro da Defesa, Ignazio La Russa, Frattini decidiu pedir à Câmara dos Deputados o congelamento do acordo estratégico entre Itália e Brasil que deveria ser ratificado em janeiro.

Cadastre-se em nossa newsletter

Trata-se de um acordo de colaboração econômica, através do qual a Itália se comprometia a conceder ao Brasil 5 bilhões de euros (US$ 6,7 bilhões) para a compra de naves, mísseis e radares. O presidente italiano Giorgio Napolitano, se disse "desiludido" pela decisão de Lula.


Últimas notícias

LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas