Metade dos pontos de venda de produtos ópticos em Londrina entre lojas e camelôs está em situação irregular, vendendo produtos piratas ou sem acompanhamento de um técnico óptico.
A estimativa é do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Material Óptico, Fotográfico e Cinematográfico do Paraná, Nicolau Bulgacov Júnior, que promoveu uma reunião ontem com empresários do setor para discutir propostas de combate à pirataria.
Em matéria publicada no dia 9 de julho, a reportagem da Folha já havia mostrado pontos de venda de óculos de grau sem receitas médicas em pelo menos nove bancas do Camelódromo (Área Central de Londrina).
A falta de regulamentação de cerca de 100 de quase 200 pontos de venda de produtos ópticos em Londrina, segundo o presidente do sindicato, seria uma das causas para a alta participação da pirataria no mercado.
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