Mundo

Morre mulher que foi à Justiça para poder se matar

12 mai 2002 às 17:25

Diane Pretty, doente terminal britânica que não conseguiu autorização judicial para se matar, está morta, segundo anúncio de sua família neste domingo.

Pretty, que tem doenças neurológicas em estado avançado, morreu aos 43 anos em um hospital perto de sua casa no sábado.


Mãe de dois filhos, ela começou a sentir dificuldades para respirar há dez dias, 72 horas depois de ter perdido sua ação pelo direito de morrer na Corte de Direitos Humanos da Europa.


"Diane teve de experimentar algo que ela tinha previsto e temia. Eu não pude fazer nada para ajudar", disse o marido de Pretty, Brian.

Se ela tivesse ganho a ação judicial, seu marido teria a ajudado no suicídio.


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