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Pesquisa mostra aumento da inserção de empresas do Brasil

Agência Brasil
31 dez 1969 às 21:33

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Pesquisa da Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte, revela que, de 100 empresas dos países emergentes com maior potencial de internacionalização comercial e de investimentos diretos, a maioria é de origem chinesa; mas relaciona também empresas do Brasil, Índia, México, Rússia e Hong Kong. As brasileiras citadas são: Brasken, Coteminas, Embraco, Embraer, Gerdau, Natura, Petrobras, Sadia, Vale do Rio Doce, Votorantim e Weg.

Também podem ser incluídas nesse cenário a empresa resultante da fusão da cervejaria Ambev com a belga Interbrew, em 2004, e a entrada da montadora de veículos Marcopolo e da beneficiadora de suco de laranja Cutrale em outros mercados. Algumas iniciativas tiveram apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), entre elas a aquisição da Swift Armour argentina pela Friboi, a implantação de duas unidades armazenadoras da Cooperativa Agroindustrial Lar, no Paraguai, e a compra, pela Itautec, de uma distribuidora de produtos de informática nos Estados Unidos.

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Como resultado, o investimento brasileiro direto lá fora, que de 1994 (início do Plano Real) a 2005 havia somado US$ 30,6 bilhões, de acordo com dados do Banco Central, saltou para US$ 28,2 bilhões só no ano de 2006, contra US$ 2,517 bilhões contabilizados em 2005. O aumento se explica, em grande parte, pela compra da mineradora de níquel Inco, do Canadá, pela empresa Vale do Rio Doce, por US$ 14,6 bilhões. No ano passado, o investimento líquido direto no exterior caiu para US$ 7,03 bilhões.


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