Funcionários da Petrobras interromperam, na madrugada desta segunda-feira (14), a extração na maioria das plataformas na bacia de Campos, iniciando uma paralisação de cinco dias, informou a agência de notícias "Thomson Reuters", citando um representante do sindicato da categoria.
A bacia corresponde a mais de 80% da produção brasileira de petróleo cru de 1,8 milhão de barris/dia, ou cerca de 2% do suprimento mundial.
Receba nossas notícias NO CELULAR
WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Preocupações sobre a paralisação ajudaram os preços do petróleo a alcançar um novo recorde, acima dos US$ 147 o barril, na última sexta-feira.
"Das 42 plataformas, 33 estão paradas agora", disse José Genivaldo Silva, diretor da Federação Única dos Petroleiros, quase uma hora após o início da greve.
A Petrobras disse que poderia adotar um plano de contingência para manter a produção nas plataformas, mas Silva garantiu que os trabalhadores resistiriam a qualquer tentativa. A companhia não quis comentar a greve. As informações são da Dow Jones