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Por onde passa, Bush provoca ira de manifestantes

Redação Bonde
10 mar 2007 às 18:31
Manifestante na Avenida Paulista, São Paulo. Em Buenos Aires foram cerca de 25 mil pessoas nas ruas protestando contra Bush - Marcello Casal Jr, ABr
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A exemplo do que aconteceu no Brasil com o Partido dos Trabalhadores, que liberou os militantes para participar de manifestações contra a visita do presidente norte-americano, George W. Bush, no Uruguai, integrantes do partido do presidente Tabaré Vázquez também participaram de atos anti-Bush em Montevidéu.

No Brasil, além de manifestantes petistas, muitos estudantes, mulheres que comemoravam Dia Internacional das Mulheres e vários outros cidadãos indignados protestam contra a visita do presidente dos Estados Unidos, na Avenida Paulista, movimento este que terminou com repressão da polícia, que fez uso da força com cacetetes, bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha.

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A mais célebre das manifestações ocorreu na Argentina, no dia 9, reunindo cerca de 25 mil pessoas, entre membros de organizações não-governamentais, movimentos sociais e entidades de defesa dos direitos humanos, que saíram às ruas de Buenos Aires. O protesto ocorreu no estádio Ferro Carril Oeste

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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, discursou durante este ato e classificou Bush como um "cadáver político"."É o presidente com o mais baixo nível intelectual da história dos Estados Unidos", disse Chávez.

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Ele considerou uma soma "ridícula" os US$ 75 milhões que teriam sido oferecidos pelo presidente norte-americano para desenvolver programas no Brasil.


"Parece que depois de sete anos Bush descobriu que há pobreza na América Latina, Se ele quer contribuir para acabar com ela, pois então que faça o perdão da dívida externa e elimine as políticas de livre comércio."

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Mais cedo, Hugo Chávez e o presidente argentino, Néstor Kirchner, assinaram acordos na área energética. Chávez afirmou que o acordo é uma união e, não, uma integração. "A integração é um conceito inventado em Washington."


Bush ainda passará pela Colômbia, Guatemala e México.

Com informações da Agência Brasil


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