A região onde foram encontrados destroços que podem ser do voo AF 447 tem, em média, quatro quilômetros de profundidade, segundo o oceanógrafo Moysés Tessler, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo. A área é bastante próxima a uma grande cordilheira submarina, que divide o continente americano da África e da Europa.
De acordo com a publicação do Jornale, o fundo do mar naquele local não é plano, mas irregular e montanhoso. A pressão atmosférica em uma profundidade como esta é gigantesca.
O desafio agora é encontrar a caixa preta do avião, que é feita para suportar qualquer condição extrema.
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