Um grupo de servidores públicos impetrou pedido de habeas corpus ao STF (Supremo Tribunal Federal) para acompanhar os debates e a votação da reforma da Previdência. O recurso, distribuído ao ministro Carlos Britto, foi apresentado em favor de Agnaldo Moraes da Silva e outras 38 pessoas.
Os servidores justificam o pedido pela "urgência com que vem sendo conduzida a reforma". Também afirmam que um exemplo da pressa do governo foi a repressão aos manifestantes durante a votação da proposta na Comissão Especial.
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No final de julho, o presidente do Supremo, ministro Maurício Corrêa concedeu liminares a vários grupos de servidores que queriam acompanhar a sessão da Comissão Especial da Câmara, em que seria votada a proposta.
Protesto - A possibilidade de antecipar o início da votação da reforma da Previdência para esta terça-feira fez com que os servidores também tentassem antecipar sua marcha de protesto, que percorrerá a Esplanada dos Ministérios.
Segundo um dos coordenadores do movimento grevista, Vicente Neto, pelo menos 3.000 manifestantes estarão em Brasília amanhã. A direção do movimento pretende reunir 40 mil pessoas até quarta-feira.
Informações da folha Online