O presidente de Uganda, Yoweri Museveni, se envolveu novamente em uma polêmica nesta segunda-feira (31). Em um evento religioso na capital do país, Kampala, o político disse que a homossexualidade merece punição porque "é criminosa e tão cruel".
Museveni, que no mês passado assinou uma lei fortalecendo sanções penais contra os homossexuais, disse nesta segunda-feira que ele "agora se mobiliza para lutar" contra os ativistas ocidentais que estariam tentando "promover a homossexualidade na África".
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As declarações de Museveni foram feitas evento organizado por líderes religiosos de Uganda para agradecer o presidente pela assinatura da lei antigay. Milhares de pessoas participaram do evento, muitos deles estudantes que cantavam e dançavam musicas contra os homossexuais.
Internamente, o presidente é aclamado por setores conservadores da sociedade por resistir a pressão de nações do Ocidente. Os Estados Unidos e alguns países da Europa cortaram ou revisaram a ajuda à Uganda após a lei antigay ser aprovada.