Um banco de dados com o DNA de pessoas presas por crimes sexuais será implantado no Paraná. O estado é pioneiro nesta iniciativa no Brasil. O objetivo das autoridades é concentrar as informações com Institutos de Criminalística e Polícia Civil para facilitar a identificação destas pessoas em caso de reincidência.
Em entrevista ao G1, o diretor do Instituto de Criminalística do Paraná, Marco Aurélio Pimpão disse que os exames serão feitos pelo Laboratório de Genética Molecular, em Curitiba. ``A partir deste momento, se ele (o criminoso) deixa um vestígio no local do crime, nós vamos ter condições de identificá-lo a partir deste vestígio, como uma mancha de sangue ou de sêmen, por exemplo, sem ter um suspeito formalmente acusado", explicou Marco Aurélio Pimpão, ao G1.
Receba nossas notícias NO CELULAR
WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.