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Depois de um dia de catraca livre e outro sem nenhum ônibus circulando na cidade, acabou a greve no transporte público de Curitiba. A partir da 0h deste sábado, ônibus e microônibus da cidade voltaram a circular com frota completa, após acordo firmado entre o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região, a prefeitura da capital paranaense e as empresas que operam o sistema, em audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho.
Com dissídio coletivo acordado em março, os motoristas e cobradores decidiram parar por conta do descumprimento de algumas cláusulas, como o pagamento de abono e o reajuste da cesta básica. Eles reivindicam, ainda, o cumprimento da lei que proíbe a dupla função de motoristas que atuam também como cobradores em microônibus da cidade, a melhoria das condições de trabalho nas estações tubos, onde alegam serem expostos a frio, calor e terem dificuldade para utilizar o banheiro e falta de segurança. Os motoristas pediram ainda para não serem mais descontados por pequenos danos nos ônibus, como quando danificam pneus por rasparem na calçada, e nem quando são vítimas de assaltos.
Com a promessa das empresas de cumprirem o dissídio coletivo e da prefeitura de tomar ações imediatas para melhorar as condições de trabalho e a garantia de que os dias não trabalhados entre esta quinta e sexta-feira não serão descontados, motoristas e cobradores decidiram voltar ao trabalho.
Com dissídio coletivo acordado em março, os motoristas e cobradores decidiram parar por conta do descumprimento de algumas cláusulas, como o pagamento de abono e o reajuste da cesta básica. Eles reivindicam, ainda, o cumprimento da lei que proíbe a dupla função de motoristas que atuam também como cobradores em microônibus da cidade, a melhoria das condições de trabalho nas estações tubos, onde alegam serem expostos a frio, calor e terem dificuldade para utilizar o banheiro e falta de segurança. Os motoristas pediram ainda para não serem mais descontados por pequenos danos nos ônibus, como quando danificam pneus por rasparem na calçada, e nem quando são vítimas de assaltos.
Com a promessa das empresas de cumprirem o dissídio coletivo e da prefeitura de tomar ações imediatas para melhorar as condições de trabalho e a garantia de que os dias não trabalhados entre esta quinta e sexta-feira não serão descontados, motoristas e cobradores decidiram voltar ao trabalho.