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Investigação

Caso Tayná: Gaeco denuncia 21 suspeitos de tortura

Redação Bonde
01 ago 2013 às 18:30

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- Divulgação
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O Gaeco (Grupo de Atuação especial de Combate ao Crime Organizado) ofereceu denúncia nesta quinta-feira (1) contra 21 pessoas acusadas se estarem envolvidas com o caso de tortura contra quatro suspeitos de matar a adolescente Tayná Adriane da Silva, 14 anos, morta em junho na cidade de Colombo, região metropolitana de Curitiba.

Entre os 21 estão os 15 policiais, guardas, o agente penitenciário e o preso "de confiança" que foram detidos no dia 18 de julho. Além desses, outras seis pessoas, sendo uma escrivã, outro preso de confiança, mais três policiais civis e um ex-policial militar que se passava por policial civil.

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Segundo o Gaeco, a escrivã foi denunciada por falso testemunho – ela teria mentido em depoimento ao dizer que não viu cenas de tortura. Um dos policiais foi denunciado por lesão corporal grave e os outros 19 acusados são denunciados por tortura. Deste grupo, dois deles, que são policiais civis, um de Araucária e outro da Delegacia do Alto Maracanã, também foram denunciados por crimes de natureza sexual.

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O inquérito finalizado já foi encaminhado pelo Gaeco para a Justiça.

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O caso – Tayná foi encontrada morta no dia 28 de junho, um dia depois que quatro homens foram presos acusados de matar a jovem. Exames foram feitos com sêmen encontrado na garota e, segundo o Instituto de Criminalística, o material encontrado não seria de nenhum dos presos.


Os quatro acusados disseram que foram torturados no período em que ficaram presos nas delegacias da RMC. Um deles teve que ser removido para o Complexo Médico Penal com problemas de sangramento no intestino. Eles foram soltos da Casa de Custódia de Curitiba no dia 15 de julho e permanecem sob proteção do Gaeco em outros estados do Brasil.

Entre os acusados de tortura está o ex-delegado do Alto Maracanã, Silvan Rodnei Pereira, que foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-277 em Laranjeiras do Sul. (com informações do repórter Rubens Chueire Jr., da Folha de Londrina).


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