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Suspeitos deixam o estado

Gaeco oferece proteção a acusados do "Caso Tayná"

Redação Bonde
17 jul 2013 às 16:25

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) decidiu fornecer aos quatro acusados pela morte de Tayná Adriane da Silva, 14 anos, a proteção dada a testemunhas de inquéritos que estão com o órgão. A decisão saiu na noite de terça-feira (16).

A informação foi confirmada pelo promotor de Justiça do Gaeco, Denilson Soares de Almeida. Segundo o promotor, os acusados, provavelmente, já podem ter deixado o Paraná. Eles vão ser mantidos sob proteção em cidades de outros estados durante as investigações dos casos de tortura.

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Os quatro acusados dizem que foram torturados durante o período em que estiveram presos. Segundo o Ministério Público do Paraná (MPPR), a suspeita é que policiais civis tenham praticado tortura contra os suspeitos. Um deles teve perfuração problemas intestinais e sangramento por causa das agressões.


Eles foram soltos na segunda-feira (15), após decisão da Justiça, e deixaram a Casa de Custódia de Curitiba. O Gaeco espera a decisão judicial para efetuar a prisão de um delegado e pelo menos outros 14 policiais civis acusados de prática de tortura contra os suspeitos.

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Tayná foi morta no final de junho na cidade de Colombo, região metropolitana de Curitiba. Os acusados pela morte eram funcionários de um parque itinerante que estava no município. Apesar da acusação, o Instituto de Criminalística apontou que o sêmen encontrado no corpo da adolescente não seria de nenhum dos presos. (com informações do repórter Rubens Chueire Jr., da Folha de Londrina).


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