O grupo Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial), da PCPR (Polícia Civil do Paraná), atuou em uma investigação que resultou no resgate de uma mulher paranaense mantida em cárcere privado no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ). A ação integrada ocorreu na noite de terça-feira (3), com apoio da Polícia Civil e da Seap (Secretaria de Administração Penitenciária).
A investigação teve início após familiares da vítima procurarem o Tigre relatando que a mulher estava sendo mantida em cativeiro por um homem que ela havia conhecido na cidade. “A vítima conheceu o suspeito no Rio de Janeiro, que passou a assediá-la e a insistir em um relacionamento. Diante da recusa, no sábado (31) ele conseguiu entrar no apartamento dela e, a partir de então, passou a mantê-la em cárcere privado, impedindo que saísse do local e submetendo-a a agressões e violência sexual”, explica o delegado Thiago Teixeira, da PCPR.
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Em um momento de descuido do autor, a vítima conseguiu enviar uma mensagem cifrada à família por meio de um telefone celular, informando que estava sendo mantida em cárcere privado. A partir disso, o Tigre iniciou diligências, confirmou a localização do endereço e repassou as informações à Delegacia Antissequestro do Rio de Janeiro.
As forças de segurança do Rio de Janeiro se deslocaram até o local indicado, onde resgataram a vítima e prenderam o suspeito em flagrante. A mulher foi encaminhada para atendimento médico e psicológico.
Com o início das investigações no Estado, com atuação direta do Tigre desde o primeiro contato da família, a PCPR reforça a importância da integração entre as forças policiais de diferentes estados para a rápida resposta em crimes dessa natureza.