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Por sequestro e assassinato

Mantida sentença que levará goleiro Bruno a júri popular

Agência Estado
10 ago 2011 às 19:56

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Divulgação/VIPCOMM
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O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) negou nesta quarta-feira (10) o recurso da defesa do goleiro Bruno Fernandes de Souza que pedia que os acusados não fossem levados a júri popular.

A decisão da juíza Marixa Fabiane Rodrigues, de levar o goleiro a júri popular pelo suposto sequestro e assassinato de sua ex-amante Eliza Samudio, de 25 anos, foi mantida.

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Para Sérgio Rosa Sales, primo de Bruno, foi concedida liberdade provisória para aguardar o julgamento. Ele havia sido pronunciado por homicídio triplamente qualificado, sequestro, cárcere privado e ocultação de cadáver, assim como Bruno. Foram impostas algumas medidas cautelares para que a liberdade seja mantida, como recolhimento noturno e nos dias de folga.

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A decisão rejeitou ainda a apelação do Ministério Público, que pedia que os acusados atualmente soltos, a ex-mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, outra amante do goleiro, Fernanda Gomes de Castro, além de Elenilson Vítor da Silva e Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, também respondessem a júri popular e fossem julgados por homicídio e ocultação de cadáver.


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