Polícia

Menina encontrada morta perto do zoológico não foi estuprada, diz delegado

15 out 2014 às 18:00
O delegado de homicídios de Curitiba, Fábio Amaro, afirmou, nesta quarta-feira, que sua equipe concluiu que a adolescente Júlia Souza da Silva, de 12 anos, não foi estuprada antes de ser assassinada no dia 14 de agosto, em um matagal no bairro Alto Boqueirão, próximo ao Jardim Zoológico em Curitiba. Segundo o delegado a Polícia Civil trabalha, em investigação que diz estar bastante avançada, com a suspeita de que a garota foi morta por alguém que a conhecia.
Familiares, amigos, professores, colegas e, até mesmo, rapazes com quem Júlia teria envolvimento foram ouvidos desde o crime. "Mais de 30 pessoas foram ouvidas no caso da menina Júlia. Agora, precisamos esperar pedidos judiciais e alguns laudos, mas sabemos que o suspeito ou os suspeitos são pessoas próximas à garota", revelou. Segundo conclusão do Instituto de Criminalística, houve briga e agressões entre a garota e o assassino. Material genético colhido das unhas da vítima poderá auxiliar na identificação do criminoso.
De acordo com o delegado, no dia do crime a adolescente foi até a escola, mas não entrou para as aulas, entrou no matagal e nunca mais foi vista. Seu corpo foi encontrado no dia seguinte.

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