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- Gustavo Carneiro/Arquivo Folha
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Garota de 20 anos

Polícia Civil apura suposto abuso sexual contra paciente de hospital em Ibiporã

Pedro Marconi/Grupo Folha
19 mai 2022 às 13:52
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A Polícia Civil de Ibiporã (Região Metropolitana de Londrina) abriu um inquérito para investigar um suposto caso de abuso sexual contra uma paciente de 20 anos dentro do Hospital Cristo Rei. Segundo a polícia e a família da vítima, a jovem procurou a unidade no último dia 12 para fazer exames, após cair de moto no início do mês, mas as dores persistirem. 

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A mãe, que preferiu não ser identificada, relatou que a filha parou de mandar mensagens e no momento em que ela foi até o hospital em busca de notícias, teria sido informada de que jovem não estava na instituição. “A resposta que ouvi no hospital era de que não tinha ninguém com o nome da minha filha lá, que não constava que ela estava lá dentro”, contou. 

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Após fazer algumas buscas e não achar a filha, a mãe retornou na unidade cerca de três horas depois do primeiro questionamento. “Fiquei desconfiada e voltei. O porteiro me disse que havia encontrado ela. Minha filha estava cianótica, em coma, código três, 30% de saturação. Foi intubada com urgência e transferida para o HU (Hospital Universitário) em estado gravíssimo”, relembrou. A jovem estava numa maca em uma sala afastada dos demais setores. 


O IML (Instituto Médico Legal) colheu material da jovem e agora a polícia aguarda o resultado dos exames para confirmar ou descartar as denúncias. “O perito fez uma perícia inicial, mas não foi possível confirmar de imediato se houve ou não abuso. Por isso, foi colhido material genético para que pudessem ser feitas perícias complementares”, explicou Vitor Dutra, delegado de Ibiporã. 


O prontuário da jovem não foi encontrado. “Mais um indício de que pode ter havido uma situação de abuso. Também há indícios de que ela poderia ter sido dopada”, afirmou o delegado. O hospital não conta com câmeras de segurança na parte interna.  

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Por meio de nota, o Cristo Rei disse que todas as informações obtidas após apuração interna foram repassadas à polícia e que estão sob sigilo de inquérito. “O hospital, preservando pela transparência, deu todo suporte necessário e se colocou à disposição da família, assim como já contribuiu prontamente com declarações e documentações que pudessem ajudar na apuração dos fatos”, destacou o texto. 


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