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Polícia descobre esquema de falsificação de bebidas no Paraná

Redação Bonde com Polícia Civil
27 fev 2014 às 19:05

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Em ação ocorrida durante a manhã e tarde da última terça-feira (25), em Pontal do Paraná, uma equipe de investigadores designados para a Operação Verão Paraná 2013-2014 apreendeu 19 caixas de vodka falsificadas que estavam com Maurício Sobania de Oliveira, 31 anos, suspeito de operar um esquema de fraude em venda de bebidas em Curitiba e litoral paranaense.

Desde o início da Operação Verão Paraná, a Polícia Civil vinha investigando um esquema de distribuição de bebidas falsificadas em bares e restaurantes do litoral paranaense. Com base nas investigações, obteve-se a informação de que o suspeito transportaria um lote dessas bebidas para o litoral na manhã de terça.

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Na rodovia PR-407, em Pontal do Paraná, a equipe de investigadores localizou e abordou o veículo do suspeito, constatando que ele transportava 19 caixas contendo um total de 228 garrafas de vodca falsificadas. Elas seriam distribuídas em bares e restaurantes da região. Na sequência da ação, foi identificado o local onde a vodca era engarrafada, numa residência em Santa Felicidade, em Curitiba, onde foram apreendidas diversas garrafas de vodca vazias e cheias, funis e outros apetrechos utilizados na fraude.


"A fraude consistia em inserir bebidas de qualidade inferior em garrafas de bebidas de qualidade superior", explicou o delegado Alcimar de Almeida Garrett, coordenador da Operação Verão Paraná. O suspeito enganava o consumidor ao vender uma mercadoria por outra.


"Com a aproximação do Carnaval, muitos querem obter lucros ilegalmente. A ação de ontem foi importante para evitar que tal quantidade de bebidas fraudadas fosse distribuída nos bares e restaurantes do litoral, lesando a população local e veranistas", disse Garrett.


As investigações prosseguem no sentido de apurar se os bares e restaurantes que adquiriam o produto tinham conhecimento da fraude.

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Oliveira responderá pelo crime de fraude no comércio, cuja pena pode variar de seis meses a dois anos de detenção ou multa. Por ser considerado um crime de menor potencial ofensivo, ele não foi preso em flagrante, respondendo ao procedimento em liberdade.


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