Polícia

Polícia Federal cumpre mandados de prisão em Londrina

20 dez 2019 às 09:29

A PF (Polícia Federal) deflagrou na manhã desta sexta (20) a Operação Tangram e cumpriu dois mandados judiciais, sendo um de prisão preventiva e um de prisão temporária, em Londrina.



A operação também busca coletar material genético (DNA) de 33 indivíduos suspeitos do crime de roubo a banco, praticados em 2018, nas cidades de Pitanga (Centro-Sul), Lapa (Região Metropolitana de Curitiba), Ponta Grossa (Campos Gerais), Colombo (Região Metropolitana de Curitiba) e Palmeira (Campos Gerais). As coletas de DNA ocorreram nos Estados do Rio Grande do Norte, Rondônia e Paraná.


As coletas de DNA serão realizadas nas cidades de São José dos Pinhais (Região Metropolitana de Curitiba), Piraquara (Região Metropolitana de Curitiba), Londrina, Porto Velho-RO e Mossoró-RN. Os mandados judiciais foram expedidos pela 1ª Vara Federal de Ponta Grossa.


O inquérito policial foi instaurado em 19 de março do ano passado após ataques de diversos criminosos armados a três instituições bancárias na cidade de Pitanga.


A partir da coleta de vestígios e apreensão de evidências nos locais de crime, inclusive um mapa que indicava o posicionamento dos participantes da ação armada na cidade de Pitanga, foram realizadas várias diligências policiais e elaborados laudos periciais inclusive de confronto balístico que apontaram que algumas das armas dos criminosos foram usadas em roubos a banco em cinco cidades distintas, em períodos diversos.


A coleta de material genético (DNA) nesta sexta visa identificar outros criminosos que teriam participado de roubos a banco em cidades do Paraná.
Os mandados de prisão relacionam-se a indivíduos contra os quais há indícios suficientes de participação na ação criminosa contra instituições bancárias em Pitanga.


Os presos serão indiciados pelos crimes de roubo qualificado, cuja pena pode chegar até 15 anos de reclusão. Tangram é um quebra-cabeça com peças de tamanhos diferentes, em alusão ao mapa que foi encontrado rasgado pelos suspeitos em um dos locais de crime. O mapa estava rasgado em pedaços de tamanhos diferentes e foi preciso ser montado, assim como o quebra-cabeça.

*Atualizado às 10h13.


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