Polícia

PR: homem é sequestrado na saída de sindicato

21 set 2011 às 14:49

Cinco pessoas foram detidas por policiais militares do 19° Batalhão (BPM) após assaltarem e manterem um homem em cárcere privado, ontem (20), em Toledo. Uma mulher teria ligado para o batalhão para informar que seu esposo, de 50 anos, havia desaparecido após ter saído do trabalho no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Alimentos.

Os policiais, que também pertencem ao 5° Comando Regional de Polícia Militar (CRPM), depois do recebimento das informações avistaram na BR-467 um GM/Vectra de cor azul, com as mesmas características descritas pela denunciante, e prontamente realizaram a abordagem do automóvel.


Dois jovens, ambos de 18 anos, que estavam no veículo disseram ser sobrinhos do homem, porém quando os PMs checaram essa informação com a família dele tal parentesco foi negado. A partir daí, a equipe da PM se deslocou até a residência dos suspeitos onde encontrou a vítima amarrada, amordaçada e com um ferimento na cabeça.


No local, outras três pessoas foram encontradas, sendo duas mulheres, uma de 28 e outra de 22 anos e uma adolescente de 17 anos. Um revólver calibre 38, municiado com cinco cartuchos intactos foi apreendido, além de 40 gramas de crack, duas facas, três celulares, uma máquina digital e R$ 299,00 em dinheiro. Um Fiat/Palio azul, utilizado na abordagem da vítima, também estava na residência.


O Soldado Eduardo Zaldir Barazetti afirmou que há uma suspeita de que essas pessoas estão envolvidas em outros crimes em Toledo. "A Polícia Civil está investigando o caso, há essa suspeita, porém ainda nada foi comprovado. O importante nessa situação foi a rápida ação da PM que coibiu um crime ainda maior", conclui Eduardo.

O homem teria informado aos policiais militares que foi fechado por um veículo de cor escura ao sair do Sindicato, e quando desceu do seu automóvel um homem o ameaçou com um revólver, amarrando-o em seguida pelas mãos e pernas. "Todos os envolvidos, bem como os materiais apreendidos, foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil onde as medidas cabíveis ao caso seriam tomadas", relatou Barazetti.


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