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Caso Tayná

Protesto reúne familiares de adolescente e de policiais

Rodrigo Batista - Redação Bonde
25 jul 2013 às 14:06

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Familiares dos policiais presos e da adolescente Tayná Adriane da Silva, 14 anos, participaram de uma manifestação na cidade de Colombo, região metropolitana de Curitiba, na tarde desta quinta-feira (25) e criticaram a prisão dos policiais envolvidos e a soltura dos quatro acusados da morte da adolescente, que ocorreu no final de junho.

Os policiais fora presos por acusação de tortura por parte dos suspeitos da morte da adolescente. Eles teriam torturado os presos após a prisão, o que levou um dos acusados a ter problemas de sangramento no intestino. Entretanto, os familiares dos policiais contestaram a acusação de suposta tortura.

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A manifestação contou com participação de cerca de 50 pessoas e foi feita em frente à delegacia do Alto Maracanã, por volta das 15 horas. Os familiares dos policiais não concordam com a prisão dos suspeitos de tortura contra os quatro acusados do crime e acreditam na inocência deles no caso de tortura.


Os parentes de Tayná ainda acreditam que os quatro suspeitos da morte da adolescente sejam de fato culpados pelo crime e também foram à manifestação. Segundo os familiares dos policiais, o objetivo do protesto foi mostrar a indignação com o fato de os acusados da morte da jovem estarem soltos, enquanto os policiais que investigavam o caso foram presos. Eles também vão pedir agilidade na investigação sobre a morte da jovem.


O caso - Ao todo, 15 pessoas foram detidas por causa das denúncias de tortura contra os quatro acusados da morte da adolescente. Entre eles estão nove policiais civis, o ex-delegado do Alto Maracanã, dois guardas municipais de Araucária, um policial militar, um agente penitenciário e um preso de confiança.


Tayná desapareceu no dia 25 de junho deste ano, após passar em frente a um parque itinerante que estava na cidade. Os quatro acusados foram presos no dia 27 e o corpo da jovem foi encontrado dia 28 do mesmo mês.

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Apesar da acusação contra os quatro, que ainda são vistos como os principais suspeitos do crime, exames do Instituto de Criminalística apontaram que o sêmen encontrado no corpo da adolescente após a morte não pertencia a nenhum dos quatro. Após deixarem a Casa de Custódia de Curitiba, onde ficara presos cerca de 15 dias, eles foram colocados sob proteção do Gaeco e foram enviados para outros estados do país. (atualizado às 18h22).


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