A Secretaria de Segurança Pública do Paraná (SESP) vai pedir a prisão temporária dos policiais que teriam torturado os quatro suspeitos de matarem e estuprarem a adolescente Tayná Adriane da Silva, em Colombo, na região metropolitana de Curitiba. A informação foi dada pelo próprio secretário de Segurança Pública, Cid Vasques, em entrevista ao Fantástico, no último domingo (14).
"Policial torturador não é policial, é delinquente", comentou na ocasião.
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De acordo com a BandNews FM, um delegado, fez policiais civis, um policial militar, um guarda municipal e um preso, que seria de confiança da Delegacia do Alto Maracanã, foram reconhecidos pelos suspeitos como autores das agressões. Durante o depoimento ao Ministério Público, os presos disseram ter sido vítima de sufocamento e choques.
No último domingo (14), a equipe da delegacia já tinha sido afastada. Segundo a Polícia Civil, a medida tinha como objetivo garantir que "as investigações ocorram de forma transparente e sem interferências".
Além disso, o Ministério Público pediu a liberdade provisória dos quatro acusados no caso. Segundo os promotores Ricardo Casseb Lois e Paulo Sergio Markowicz de Lima, eles não representam perigo à sociedade, já foram ouvidos pelas equipes que investigam o caso várias vezes e cederam material genético para os exames de DNA.