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14 de março de 2018

Assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes completa 1000 dias

Ansa Brasil
08 dez 2020 às 09:14
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O assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL, e do motorista Anderson Gomes completa mil dias nesta terça-feira (8). Os dois, que estavam em um carro, foram executados a tiros na região central do Rio de Janeiro no dia 14 de março de 2018.

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Na ocasião, Marielle voltava de um evento na Lapa, chamado Jovens Negras Movendo as Estruturas, quando teve o carro emparelhado por outro veículo, de onde partiram os tiros. Uma assessora da parlamentar, que também estava no automóvel, sobreviveu aos ataques.

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Leia no Bonde: Marielle Franco terá documentário e série de ficção dois anos após seu assassinato no Rio


Dois acusados de envolvimento com milícias, o policial reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio de Queiroz, estão presos como principais suspeitos de ser os autores materiais da execução, mas as investigações ainda não chegaram nos mandantes do crime.

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De acordo com as investigações, Lessa seria o autor dos disparos, enquanto Queiroz teria sido o motorista do Cobalt prata que perseguiu o veículo onde estava Marielle e Anderson.


Apesar da pandemia do novo coronavírus, a data não passará em branco. Movimentos Sociais, partidos políticos e organizações não-governamentais deverão fazer ao longo desta terça-feira (8) eventos virtuais pela morte da ex-vereadora.


Marielle foi eleita com 46,5 mil votos, a quinta maior votação para vereadora nas eleições de 2016. Ela estava no primeiro mandato como parlamentar. Natural da favela da Maré, a ex-vereadora tinha 38 anos, era socióloga, com mestrado em administração pública e militava no tema de direitos humanos.

Quase três anos depois do assassinato da ex-vereadora, as famílias de Marielle e Anderson pedem a solução do caso.


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