A julgar pelas hashtags dos dois candidatos, o desânimo dominou a timeline do Twitter. Na falta de ataques pessoais, muitos usuários concentraram críticas em temas como a iluminação do estúdio, os erros gramaticais dos dois candidatos, o fungar de Aécio ou o "estarrecedor" como termo repetido várias vezes por Dilma.
O candidato derrotado Eduardo Jorge (PV), por exemplo, apareceu lá, à espera "do barraco começar", segundo tuíte seu do primeiro bloco do debate, e sua presença no estúdio foi requisitada. "Chama o Eduardo Jorge, gente, tá fazendo falta".
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Enquanto Dilma era acusada de impaciente por internautas, como se estivesse odiando estar no estúdio, ele foi chamado de cínico - seu sorriso foi bastante criticado na timeline. No início, a maior reclamação foi com as referências da petista à gestão tucana em Minas Gerais. "Dilma continua concorrendo à Presidência de Minas Gerais", reclamava um perfil.
Já ele foi bastante caçoado quando a presidente soltou: "Candidato, o senhor ouviu cantar o galo e não sabe onde. Isso é terrível quando acontece com uma pessoa". Os internautas não perdoaram o "houveram" de Aécio e nem o "é dois pesos e duas medidas" da candidata.
O "mico empresas" de Dilma também rendeu bastante, assim como o "eu proponho uma proposta" do candidato do PSDB. Certos eleitores do tucano esperaram a "pressão da presidente cair", a exemplo do que ocorreu no debate realizado na semana passada pelo SBT.
A frase "fizemos a linha de transmissão que liga a Amazônia ao Brasil" de Dilma também gerou respostas rápidas na rede. "Como assim?", diziam vários perfis, indignados.
Por conta da polidez entre os dois concorrentes, a timeline também se comportou com reservas. Quanto aos perfis oficiais dos candidatos, ambos demonstraram estar preparados por meio de postagens rápidas sobre os assuntos abordados durante o debate.