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MP escolheu quem investigar, dispara Cunha à CPI da Petrobras

Agência Estado
12 mar 2015 às 10:50

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Antônio Cruz/ Agência Brasil
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O presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) começou seu depoimento à CPI da Petrobras tentando rebater o arrolamento de seu nome na lista dos investigados da Operação Lava Jato pela Procuradoria-Geral da República. Ele reforçou que delação premiada não é prova e que sua condição de investigado não significa juízo comprobatório. Cunha também negou que o PMDB tenha indicado nomes para a diretoria da Petrobras.

Cunha começou falando do episódio em que teria recebido recursos com base em depoimento do policial Jayme Alves de Oliveira Filho. Ele disse que foi vítima de uma gravação telefônica forjada e que houve abertura de inquérito para apuração do episódio.


O peemedebista disparou críticas contra o Ministério Público, que, segundo ele, "escolheu a quem investigar e não investigou a todos". "Por motivação de natureza política escolheu os alvos de investigação", reclamou.

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Ele protestou contra o arquivamento do caso do senador Delcídio Amaral (PT-MS), argumentando que o caso citava suposto recebimento de propina. "O embasamento do arquivamento do senador Delcidio Amaral é uma verdadeira vergonha", concluiu.


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