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MPF pede conversão da prisão temporária de 12 suspeitos em prisão preventiva

Roger Pereira - Redação Bonde
18 nov 2014 às 19:12

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Após a manifestação da Polícia Federal pela prorrogação por mais cinco dias das prisões preventivas de alguns dos suspeitos presos na última sexta-feira durante a sétima fase da Operação Lava Jato, a Força Tarefa do Ministério Público Federal que investiga o caso enviou à Justiça Federal do Paraná petição para que a prisão temporária de 12 pessoas seja convertida em prisão preventiva, sem prazo de detenção, persistindo pelo tempo que a Justiça julgar necessário para que o caso seja investigado.
Além dos acusados cujos prazos de prisão temporária terminam nesta terça-feira, o MPF já incluiu na petição os nomes dos executivos que se entregaram no sábado e no domingo e que, por isso, devem ficar presos até quarta-feira ou quinta-feira, caso dos administradores da Camargo Corrêa, Dalton dos Santos Avancini e João Ricardo Auler.
Para o MPF, a conversão das prisões é necessária para a "garantia das ordens pública e econômica, assim como da instrução processual e da aplicação da lei penal". O MPF aponta "indícios razoáveis da participação dos citados nos delitos e o risco de, em liberdade, eles atrapalharem as investigações pela influência que têm nos cargos que ocupam. Assim, além dos executivos da Camargo Corrêa, o MPF pediu a conversão das prisões de Mateus Coutinho de Sá Oliveira, Alexandre Portela Barboza e José Aldemário Pinheiro Filho, da OAS; Ricardo Ribeiro Pessoa, da UTC; Othon Zanoide de Moraes Filho e Ildefonso Colares Filho, da Queiroz Galvão; e Valdir Lima Carreiro, da Iesa. Ainda foi pedida a conversão das prisões de Adarico Negromonte (considerado foragido), Jayme Alves de Oliveira Filho (policial federal que agia para Alberto Youssef) e do ex-diretor da Petrobras Renato Duque.

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