Os taxistas de Londrina têm até o dia 20 de novembro para realizar o recadastramento anual junto à CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização). A regularização é obrigatória para autorizatários e motoristas auxiliares e permite a renovação da outorga de autorização para a prestação do serviço.
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A exigência está prevista na Lei Municipal nº 10.969, de 2010, que regulamenta o serviço de táxi no município. O procedimento inclui a atualização e a conferência da documentação dos profissionais, além da verificação das condições dos veículos utilizados no transporte de passageiros.
O recadastramento pode ser feito presencialmente, por meio de protocolo na sede da CMTU, localizada na Rua Professor João Cândido, 1.213, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Também é possível encaminhar a documentação pelo e-mail cmtutaxi@gmail.com. Nesse caso, o requerimento precisa estar assinado eletronicamente pelo Gov.br ou por certificado digital, acompanhado de todos os documentos exigidos. O envio por WhatsApp não será aceito, e os arquivos devem estar legíveis.
A relação de documentos necessários e o modelo de requerimento estão disponíveis no site da CMTU. A taxa é de R$ 533,99 por autorizatário e de R$ 567,01 quando há motorista auxiliar.
Vistoria dos veículos
Após a aprovação do recadastramento e o pagamento do boleto referente ao exercício de 2026, os profissionais poderão agendar a vistoria anual dos veículos pelo WhatsApp (43) 99947-8320. As inspeções são realizadas no Terminal Rodoviário de Londrina, com horário marcado.
Segundo o coordenador de Transporte Comercial da CMTU, José Carlos da Silva, a avaliação inclui itens de segurança, como pneus e sistema elétrico. Os veículos também precisam contar obrigatoriamente com ar-condicionado, máquina de cartão de crédito e débito e sinal de Wi-Fi liberado para os passageiros.
Atualmente, Londrina tem 299 táxis cadastrados, dos quais 80 já solicitaram o recadastramento. Os profissionais que não cumprirem o prazo estão sujeitos a multa de R$ 293,47. Em caso de reincidência, também podem ter a autorização cassada.