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Temporal em Maringá: calamidade pública e alerta para novas tempestades

03 nov 2026 às 07:51

A Prefeitura de Maringá decretou estado de calamidade pública após o forte temporal de segunda-feira (2). Segundo relatos da mídia local, ventos de até 122 km/h atingiram a região, e a medida governamental facilita o repasse de recursos para ações emergenciais.

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A tormenta provocou danos severos, como a queda de árvores em vias principais, incluindo as avenidas Colombo e Brasil. A estrutura de um posto de combustíveis ruiu com a força dos ventos. Um prédio sofreu princípio de incêndio após um curto-circuito na rede elétrica.


A falta de energia elétrica afetou duramente a população local. A Copel confirmou que 82 mil imóveis ficaram sem luz logo após a passagem da ventania. Equipes da Defesa Civil e da prefeitura realizam a limpeza das ruas e a avaliação de danos. A população precisa pedir ajuda pelo aplicativo da Ouvidoria 156.


O cenário climático ainda exige atenção máxima dos moradores da região. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Simepar emitiram alerta para novas tempestades ao longo da semana. A instabilidade continuará com chuvas intensas e possível ocorrência de granizo.


A meteorologia aponta que a quarta-feira (4) será o dia mais crítico, com muito calor e temporais severos. Os termômetros marcam até 35°C no Norte do Paraná, conforme boletim oficial do Simepar. As autoridades recomendam que os moradores evitem locais com fios elétricos rompidos.


Ações emergenciais e serviços direcionados


O decreto de calamidade pública acelera a
liberação de recursos e as contratações emergenciais na Prefeitura de Maringá. A medida governamental busca reestruturar a cidade de forma imediata após a destruição causada pelo temporal.


As secretarias de Infraestrutura e Limpeza Urbana atuam junto com a Defesa Civil na remoção de árvores e desobstrução de vias. As equipes oficiais também avaliam os prejuízos estruturais em imóveis, postes e veículos pela cidade.


O município orienta os moradores a não retirarem galhos por conta própria, devido ao grave risco elétrico. A população precisa registrar os pedidos de limpeza pelo aplicativo Ouvidoria 156 ou no site oficial da prefeitura.


O governo estadual enviou a coordenação da Defesa Civil para auxiliar nas operações de assistência às famílias afetadas. Algumas consultas médicas agendadas na rede pública sofreram suspensão temporária para reorganização dos atendimentos.

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