A Prefeitura de Maringá decretou estado de calamidade pública após o forte temporal de segunda-feira (2).
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A tormenta provocou danos severos, como a queda de árvores em vias principais, incluindo as avenidas Colombo e Brasil.
A falta de energia elétrica afetou duramente a população local. A Copel confirmou que 82 mil imóveis ficaram sem luz logo após a passagem da ventania.
O cenário climático ainda exige atenção máxima dos moradores da região.
A meteorologia aponta que a quarta-feira (4) será o dia mais crítico, com muito calor e temporais severos. Os termômetros marcam até 35°C no Norte do Paraná, conforme boletim oficial do Simepar. As autoridades recomendam que os moradores evitem locais com fios elétricos rompidos.
Ações emergenciais e serviços direcionados
O decreto de calamidade pública acelera a liberação de recursos e as contratações emergenciais na Prefeitura de Maringá.
As secretarias de Infraestrutura e Limpeza Urbana atuam junto com a Defesa Civil na remoção de árvores e desobstrução de vias.
O município orienta os moradores a não retirarem galhos por conta própria, devido ao grave risco elétrico.
O governo estadual enviou a coordenação da Defesa Civil para auxiliar nas operações de assistência às famílias afetadas. Algumas consultas médicas agendadas na rede pública sofreram suspensão temporária para reorganização dos atendimentos.