Mercado em pauta

Pen drive elimina o uso de 1,8 milhão folhas de papel

31 dez 1969 às 21:33

A Master Comunicação coordenou o projeto do Banco do Brasil para apresentar
o relatório anual aos acionistas de maneira inédita. Alinhada ao foco da
sustentabilidade, a proposta do Banco do Brasil era utilizar um meio que não
fosse papel e que não tivesse impacto no meio ambiente. Desta forma, o
tradicional relatório impresso foi substituído por um pen drive. O programa
foi desenvolvido pela empresa Selluloid Ag, especialista em elaboração de
relatórios anuais.

A opção pela nova ferramenta foi pelo fato de ser uma mídia reaproveitável.
Ou seja, cada acionista pode passar o relatório para o seu computador e
utilizar o pen drive para futuras operações. Ou, como o relatório ocupa
cerca de 50% da capacidade da memória do pen drive, os acionistas podem
gravar novos arquivos e ainda carregar o relatório.


Além da forma de apresentação, o relatório também traz outras novidades. O
material armazenado no pen drive não é um simples arquivo, mas um conteúdo
multimídia que permite uma navegação interativa. Na abertura, uma
apresentadora dá as boas-vindas e, logo em seguida, cada acionista já pode
navegar e interagir com o relatório.


Outra preocupação é quanto às possíveis impressões do relatório. Quando o
acionista dá o comando de impressão, um alerta é aberto na tela, apontando
para o cuidado com o meio ambiente. O sistema ainda permite ao usuário
selecionar as áreas de maior interesse e imprimir somente o necessário.


Pensando em atender também aos acionistas com necessidades especiais, a
introdução dos capítulos e os vídeos internos podem ser ouvidos, além de o
relatório possuir opção de legenda bilíngüe (português e inglês).

Caso fosse impresso, o relatório anual teria cerca de 300 páginas. Ou seja,
a nova ferramenta evitou que 1,8 milhão de folhas de papel fossem
utilizadas.


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