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'Perna curta'

Treze sinais denunciam quando ele está mentindo

Redação Bonde
28 jun 2012 às 11:46
- Reprodução
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Dizem que ‘mentira tem perna curta’ e por isso não se sustenta por muito tempo. Embora desde cedo a gente aprenda que mentir é feio, todo mundo, uma vez na vida, já contou uma mentirinha. A mentira é até importante enquanto função social. Imagine no problema que seria sair por aí falando apenas a verdade?

Segundo o neurologista Leandro Teles, são muitos os motivos que levam uma pessoa a mentir. Eles podem variar entre uma desculpa considerada inocente para fazer média com alguém até o vício pelo engano. "Quando o mentiroso perde a noção das consequências dos danos causados pelos seus atos, isso se torna uma doença, a mitomania", explica o neurologista.

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Teles explica que a compulsão por mentir necessita de tratamento que envolve atendimento psicológico e, em alguns casos, medicamentos antidepressivos para elevar a autoestima do paciente. "O mitômano precisa aprender que mentir incomoda e que pode até prejudicar as pessoas", explica o médico.

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Vida a dois

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Não são poucas as pessoas que se queixam da convivência com outras que mentem. Às vezes, são pequenas omissões ou mal-entendidos que parecem bobagem, mas que são capazes de prejudicar qualquer relacionamento – seja ele afetivo, profissional ou sentimental.


Nos relacionamentos, quando os parceiros viram inquisidores oficiais, é normal sentir que sua privacidade desaparece. Claro que não é errado interpelar o parceiro, mas é importante saber quando isso é saudável ou quando essa inquisição é intensa.

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Quando o casal cruza essa linha, um acaba bombardeando o outro com insistentes perguntas como "No que você está pensando?", "Quem estava com você?", "Por que demorou tanto?", "O que você estava fazendo?", "Por que você não fez...?", "É verdade que...?". Uma coisa é fato: a verdade é sempre a principal vítima num relacionamento.


Sinais

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Geralmente, o problema começa com as chamadas "mentirinhas", mas que tendem a crescer e virar uma bola de neve. "É possível observar alguns sinais que podem denunciar uma história não tão verdadeira assim. O inconsciente de quem mente é mais forte e o acusa por meio de sinais quase imperceptíveis. Esses sinais podem ser detectados, desde que os conheçamos", atesta o Leandro Teles. Ele dá algumas dicas para quem deseja identificar quando uma pessoa está mentindo ou não:


Desvio de olhar: quem mente, costuma ter dificuldade em fixar o olhar e, até mesmo, olhar nos olhos, de forma natural;

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Olhar fixo: para evitar ser pego na mentira porque não consegue "olhar nos olhos", há mentiroso que exagera no "olho no olho". Isso acontece com o propósito de tentar convencer o outro a acreditar em sua história;


Piscar: ao mentir, a pessoa tende a dar piscadas mais longas. Afinal, o cérebro, em uma atitude de recusa ao que a pessoa está dizendo, provoca piscadas em que os olhos permanecem fechados por mais tempo do que o habitual;

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Voz: ela pode ficar trêmula, cortada e sem fluidez. Além disso, o tom pode ficar baixo e projetado para dentro;


Mãos: a pessoa que mente fica nervosa e ansiosa e, quando isso acontece, o organismo entra em estado de alerta, pois a temperatura periférica tende a cair. Por isso, é natural as mãos ficarem geladas, trêmulas e agitadas;

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Pele: o nervosismo também pode alterar a cor e a aparência da pele, deixando a pessoa mais vermelha ou mais pálida;


Fala: rodeios, justificativas e fala em excesso podem denunciar uma mentira. Em especial, quando a pessoa não tem o costume de ser prolixo e começa a demorar demais para chegar ao objetivo da conversa;


Pausas: os intervalos durante a fala podem indicar que o cérebro do ‘mentiroso’ precisa processar as informações, por isso a pessoa pode quebrar a fluidez do bate-papo com pausas aleatórias;


Mãos nos bolsos: sinal de que a pessoa está escondendo algo, de que está fechada a dar ou receber informações;


Olhar para o lado esquerdo: este é o lado da criação de quem é destro, portanto, quando uma pessoa é indagada e move os olhos para a esquerda, pode estar com a intenção de inventar uma resposta;


Saliva: quando o corpo entra em alerta, por uma situação de estresse, é natural cessar a produção de saliva e a pessoa começa a "engolir seco". Geralmente, durante a fala, o mentiroso fica com a boca seca;


Coceiras: este é outro sintoma que denuncia a mentira, pois o cérebro recusa a história falada e provoca estímulos que podem levar a mão à boca, ouvidos e aquela coceirinha na cabeça;

Face: a estratégia de análise da face é muito usada para identificar mentirosos. Isso porque é fundamental que ela e a fala estejam congruentes. Quando isso não ocorre, existe algo errado.


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