Quem se lembra da ‘Pantera Cor-de-Rosa’ do desenho animado, com sua silhueta magra e longas pernas finas? Em uma animação e até mesmo nas passarelas, as pernas finas podem parecer charmosas e elegantes. Mas no Brasil, país conhecido por ter mulheres com corpos mais torneados, as panturrilhas sequinhas não agradam a maioria, que tem preferência por pernas mais grossas.
Acontece que, mesmo nascendo no Brasil, muitas mulheres não possuem esses atributos desejáveis, e conseguir um corpo torneado nem sempre é fácil! Em muitos dos casos somente a malhação não resolve, por isso seria preciso recorrer a outras soluções. A principal delas é a cirurgia plástica, que pode corrigir pequenas imperfeições do corpo e proporcionar ao paciente o resultado desejado.
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E quando o assunto é a estática das pernas, uma das cirurgias mais procuradas é a da panturrilha, indicada para quem quer ter um contorno harmonioso na silhueta, mas não consegue este feito apenas malhando. "Muitas mulheres evitam usar saias e shorts, justamente porque as panturrilhas não são proporcionais ao corpo, mesmo realizando atividades físicas. Hoje, as cirurgias possuem propósitos mais estéticos, uma vez que no passado era indicado apenas para pacientes que possuíam atrofia muscular, como a causada principalmente pela poliomielite", diz o diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica, Arnaldo Korn.
O procedimento é simples e consiste na aplicação de próteses de silicone na parte de trás da canela, o que proporciona um aspecto natural e harmonioso em relação às coxas. Geralmente a anestesia é peridural e a cirurgia leva em torno de duas horas, com tempo de recuperação em torno de cinco dias, e é recomendável o uso de uma meia especial durante um período de aproximadamente trinta dias. Como o corte para introdução da prótese é feito logo abaixo da dobra do joelho, a cicatriz fica praticamente invisível depois de seis meses.
Apesar de ser mais comum entre as mulheres, a intervenção é indicada para todos os gêneros, porque visa o bem-estar do paciente ao fazê-lo se sentir bem consigo mesmo. "É uma cirurgia que atrai homens e mulheres e estimula a autoestima quanto a padrões de beleza. Este tipo de técnica está se popularizando por toda América Latina", declara o diretor.
Como a maior parte das cirurgias possui propósitos estéticos, os convênios médicos não cobrem este tipo de procedimento. Por isso, quem deseja corrigir algum 'defeitinho' mas não tem como pagar a cirurgia à vista, existem empresas como o Centro Nacional – Cirurgia Plástica, que desenvolve um trabalho de assessoria administrativa, o que inclui financiamento e intermediação entre clínicas e pacientes. Saiba mais pelo site www.plasticaparcelada.com.br.