Como nosso corpo sua menos (o suor ajuda na hidratação cutânea), o vento frio desidrata a pele, a umidade relativa do ar fica baixa em algumas regiões do país e ainda a temperatura da água no nosso banho fica mais quente, podemos dizer que somando todos estes fatores temos o cenário perfeito para a desidratação da cutânea.
A pele desidratada acompanha descamação, sensação de desconforto, maior sensibilidade, alergias e uma tendência aumentada ao envelhecimento. Logo, sabendo disto, temos que ficar atentos às diversas formas de reduzir os efeitos da desidratação cutânea e de melhorar os quadros que acompanham esta situação.
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Entre as sugestões mais adequadas para reduzir os efeitos nocivos da pouca quantidade de água na pele o banho em temperaturas mais amenas é aconselhado.
Sabonetes hidratantes ajudam muito uma vez que são menos adstringentes e, consequentemente, eliminam menos hidratação da pele. Óleos de banho são excelentes na medida que já ajuda a sair do banho com a pele, se não totalmente, pelo menos parcialmente hidratada.
Loções hidratantes e cremes hidratantes devem ajudam a evitar peles sensíveis e até mesmo quadros de alergias uma vez que repõem elementos essenciais à boa proteção cutânea.
Beber muita água, alimentos ricos em água (como vegetais), e alimentos ricos em óleos essenciais (azeite de oliva, sementes de linhaça, arroz integral, pães integrais, grãos em geral), colaboram fornecendo matéria-prima para a formação de uma pele saudável, mais hidratada e resistente a agressões.
Com estes cuidados dificilmente a pele sofrerá com danos excessivos causados pela hidratação e os meses mais fios do ano serão mais confortáveis e prazerosos.
*Por Ademir Jr - É médico dermatologista especialista em tricologia (medicina capilar) pela Internacional Association of Trichologists. Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, da Sociedade Brasileira de Termalismo, e da Sociedade Brasileira de Medicina Estética.