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Quais são e como resolver os cinco piores problemas de pele

- Reprodução
Redação Bonde
23 mar 2016 às 17:42
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Qual o segredo para se ter uma pele perfeita? Embora a perfeição não exista, a combinação correta de produtos com hábitos saudáveis podem te levar ao mais perto possível disso, chegando a ter uma pele livre de manchas, sem espinhas e outros problemas irritantes. "A pele sofre diariamente impactos do tempo, do sol, da poluição, das luzes e dos locais por onde passamos. É preciso, primeiramente, prevenir-se para ter uma pele bonita, em segundo lugar, tratar os sinais que incomodam, como manchas e espinhas", pondera o dermatologista Bruno Vargas, sócio da clínica Inovatto.

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Se você está em busca disso, confira as ficas que o especialista dá para se livrar dos cinco piores incômodos que sofremos na pele.


1. Melasma


"Um dos principais motivos de reclamações dos clientes é o melasma, manchas amarronzadas que tendem a aparecer nas bochechas, queixo, lábio superior e testa após longa exposição ao sol. Geralmente, estão relacionados a picos de estrogênio e por isso aparecem mais comumente nas mulheres", relata Vargas. O especialista explica que quando as pessoas têm melasma, podem apresentar pigmentação na epiderme e, muitas vezes, até na derme. "Para aquelas em que a condição é apenas superficial, tratamentos tópicos com ácidos podem funcionar, mas não para quem tem uma variedade mais profunda", pontua.


Nesses casos, é como se o paciente tivesse uma "tatuagem" de melanina e o tratamento precisa ser feito com laser. "Quebra-se o pigmento em partículas microscópicas, que o próprio sistema imunológico dissipa. São utilizadas também substâncias como hidroquinona e ácido retinóico para complementar o tratamento", afirma o dermatologista. Segundo ele, o resultado final é geralmente em torno de 80% de melhoria após 10 sessões.

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2. Acne


Você estava certo de que a acne ficaria para trás com o fim da adolescência, mas ela ainda aparece, teimosa, aos seus 30 anos? Você não está sozinho nessa, principalmente aqui no Brasil. Uma pesquisa da Universidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, concluiu que latinos são mais propensos a acne do que pessoas de outras etnias porque tendem a produzir mais sebo, um dos seus causadores. Segundo Bruno Vargas, a escolha dos cosméticos é fundamental para evitar o problema. "Peróxido de benzoíla, ácido salicílico, enxofre ou ácido mandélico são ingredientes que funcionam muito bem para alguns, pois matam as bactérias, removem a oleosidade e livram a pele das células mortas", sugere.


Se não funcionar, pode ser que se trate de um caso de acne adulta hormonal. Mas como confirmar isso? O dermatologista diz que um ponto a ser observado é o local em que aparecem a espinhas. Se concentradas no queixo ou maxilar inferior, provavelmente, é este o caso e, então, deve-se recorrer a um especialista para receber a orientação de como proceder.


3. Hiperpigmentação


São alterações diversas na cor da pele, o que a deixa mais escura do que o normal. Em geral, a hiperpigmentação se apresenta em manchas em tons de marrom. Em outros casos, podem aparecer manchas acinzentadas, pretas ou até azuladas. "Nesses casos, é fundamental que se proteja os locais onde há manchas com protetor solar e que se procure um médico para diagnosticar do que se trata, pois pode ser tanto algo que apenas incomoda esteticamente, quanto uma alteração mais grave e que necessita de tratamento", alerta Vargas. Ele diz que cada situação exigirá diferentes cuidados, mas alerta para a importância do uso de protetor solar para prevenir qualquer uma delas.


4. Envelhecimento da pele


Com o passar dos anos a pele perde colágeno e torna-se mais fina, ainda que as mais escuras ou oleosas tendam a sofrer menos as consequências do tempo. "Para controlar esses efeitos, em alguns casos recomendamos retinóides e produtos com derivados menos potentes de vitamina A, dependendo do tipo de pele. Há também cremes indicados para quem ainda está na casa dos 20, mas já quer se prevenir", pontua Vargas.


5. Olheiras

É só se estressar no trabalho, não ter tempo para dormir o suficiente ou mesmo ter predisposição genética para as olheiras aparecerem. "Há opções de cremes para alívio imediato, que minimizam as olheiras, mas quando se torna algo constante, é preciso tomar os cuidados para uma hidratação adequada, além de boas noites de sono. Em certas situações, elas são causadas por reações alérgicas e, então, pode-se considerar o uso de substâncias anti-histamínicas", pondera o dermatologista.


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