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Com dor de cabeça?

Enxaqueca afeta qualidade de vida e exige acompanhamento

Folhapress
23 nov 2020 às 16:15
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A enxaqueca é uma das doenças mais incapacitante do mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. Ela é um tipo de dor de cabeça, mais frequente em mulheres. Em geral, é mais recorrente em pessoas entre 30 e 45 anos, mas pode aparecer desde a infância.

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Antônio César Galvão, professor-assistente da Clínica Neurológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, conta que pessoas com enxaqueca podem ter atividades do cotidiano e sua produtividade comprometidas devido à doença. "Muitas crises são tão fortes que a pessoa não consegue trabalhar", afirma.

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Galvão explica que a enxaqueca tem uma relação com a genética familiar. "Se o pai e a mãe têm, a chance do filho ter é muito alta."


Paulo Nakano, neurologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, diz que quem tem predisposição para enxaqueca costuma ter "gatilhos" que desencadeiam a dor. Os gatilhos não são a causa da doença e variam de pessoa para pessoa. Entre os exemplos estão falta de sono, estresse, problemas emocionais como ansiedade e depressão, ingestão de alimentos embutidos, frituras e bebidas alcoólicas.

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Segundo Caio Grava Simioni, membro da ABN (Academia Brasileira de Neurologia), parte dos pacientes com enxaqueca podem ter aura antes de uma crise de dor. Isso significa que a pessoa terá alterações na visão, como pontos brilhantes.

Segundo os médicos, em caso de dor de cabeça súbita ou persistente por mais de três dias, é recomendado procurar um especialista para saber o que é. Em relação à enxaqueca, é preciso fazer acompanhamento para tratar a doença e controlar os episódios de dor.


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