20/10/20
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Saúde mental

Aprenda a diferenciar a fome emocional da fome física

A pandemia do novo coronavírus trouxe inúmeras mudanças para a rotina de bilhões de pessoas. Ao ficar em isolamento social, por exemplo, muitas pessoas se viram diante de um quadro sério de ansiedade, já que o medo do futuro e a sensação de que os dias parecem iguais são recorrentes.

Reprodução/Marcel Heil/Unsplash
Reprodução/Marcel Heil/Unsplash


Diante desse cenário, muitas pessoas afirmam ter sentido mais fome. Contudo, a psicóloga clínica Alessandra Augusto se pergunta se essa sensação consiste realmente em fome. Isso porque, de acordo com a profissional, muitas pessoas não sabem diferenciar a fome física da fome emocional.

"Na fome física é algo biológico. Acontece de forma gradativa e normalmente aparece a cada três horas após a última refeição. Além disso, sentimos o estômago vazio e alguns têm a sensação de fraqueza e tonturas", explica a psicóloga. Já com relação à fome emocional, Alessandra aponta que a vontade de se alimentar aparece de forma impulsiva, alguns minutos após as refeições e a pessoa busca, normalmente, por alimentos doces e com altos teores de gordura.

"É importante reforçar que a fome emocional não é uma necessidade real. As pessoas muitas vezes têm dificuldades de interpretar corretamente as emoções que sentem e acabam descontando na comida. Estamos vivendo em tempos de fortes emoções devido à pandemia. Em nossa atual situação, é normal ficarmos ansiosos, com medo do presente e/ou do futuro, rodeados de incertezas, entre outras emoções", pontua.

E é exatamente por conta desse cenário que as pessoas precisam identificar o que causa a fome emocional, com o objetivo de evitá-la. "A fome emocional pode estar relacionada ao excesso de tarefas, pressões do dia a dia e falta de dinheiro", explica Alessandra. A especialista afirma que, quando a causa é identificada, as pessoas podem mudar comportamentos.

Assim como outros problemas, a fome emocional traz consequências negativas, tais como: dificuldade de emagrecimento, aumento de peso repentino e estados depressivos pela frustração de não conseguir cumprir metas e dietas.

"O tratamento com o psicólogo é baseado em entender emoções, o momento de vida do indivíduo, ajudando-o a organizar seus pensamentos para ter habilidade emocional para lidar com a demanda do dia a dia. Portanto, busque ajuda profissional. Hoje, a tecnologia tem sido uma grande aliada. Não tenha preconceito com os atendimentos on-line, pois eles podem ter a mesma eficácia dos atendimentos presenciais. O importante é você conseguir se cuidar sem demora", finaliza a psicóloga.
Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
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