A professora Carissa Véliz, da Universidade de Oxford, defende que é preciso acabar com o modelo digital baseado nos dados pessoais. Conheça algumas das dicas que ela dá no livro "Privacidade é Poder":
Quando for postar algo, pergunte-se como isso pode ser usado contra você
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WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Se você quer quer os estudantes debatam livremente na sala de aula, não permita que os alunos gravem ou postem o que ocorre ali
Pense duas vezes antes de comprar um assistente digital como Alexa ou Google Home. Se você já tem um, pode desconectá-lo. Vira um ótimo peso para papel
A menos que você saiba montar configurações sofisticadas de privacidade em seu celular, melhor ficar longe dos Androids
Para enviar mensagens, a opção mais segura é provavelmente o Signal. O Telegram tem a vantagem de que, quando você apaga algo, pode apagar de todos os celulares, a qualquer momento. Mas sua criptografia é considerada menos segura
Emails são inseguros. Podem se parecer com uma carta, mas na verdade são mais um cartão-postal sem envelope
Quando uma empresa lhe pedir um email, dê seu email mais o nome que identifica a empresa. Exemplo: meuemail+empresa @email.com. Os emails chegarão normalmente e você saberá o que a aquela empresa fez com a informação que você deu
Pare de usar o Google como principal ferramenta de busca. DuckDuckGo e Qwant são opções com maior privacidade.
Use navegadores diferentes. Brave é um browser desenhado com mais respeito à privacidade.
Ao comprar produtos, escolha modelos que não se conectem à internet