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Manter a saúde mental

Dicas para melhorar sua vida no pós-pandemia

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
22 abr 2022 às 19:51
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Está mais difícil manter-se em equilíbrio. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), os índices de ansiedade e depressão aumentaram cerca de 25% no primeiro ano de pandemia. Os dados confirmam que a COVID-19 afetou - e ainda afeta - drasticamente a saúde mental das pessoas ao redor do mundo.

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De acordo com o estudo, mulheres e jovens foram os mais afetados. E questões de insegurança financeira e emprego estão entre os motivos citados para aumento do estresse e sentimentos de tristeza. E a preocupação parece ter fundamento. 

A OIT (Organização Internacional do Trabalho) estima que, até o fim do ano, cerca de 205 milhões de empregos formais deixarão de existir. E a principal razão é justamente a crise financeira desencadeada pela doença viral ainda em 2020. Em resumo: não faltam motivos para ficar ansioso ou deprimido.


Emoções à flor da pele


Mas nem tudo está perdido. Além de psicoterapia - e do suporte oferecido pelos medicamentos psiquiátricos - entram em cena as terapias alternativas e complementares, que podem ajudar na busca do bem-estar. “É preciso perceber o ser humano de forma holística, total. E não somente a parte física. Eu pesquiso o nível energético e espiritual, vou em busca da causa oculta e não apenas do sintoma”, explica Denny Heide, terapeuta sensitivo e astrólogo de Meu Astro.

O profissional - que atua com atendimentos à distância e é seguido por famosos no Instagram - percebeu um aumento expressivo nos relatos de mal-estar e ansiedade. “Nos últimos dois anos, este tem sido um tema recorrente entre meus clientes. Tudo é muito intenso, urgente. As emoções estão à flor da pele. Por isso a espiritualidade é tão importante para dar nos dar suporte emocional”, afirma.


Quem tem fé se cura mais rápido, sugere pesquisa


O terapeuta parece estar antenado com as últimas pesquisas na área da medicina. Um estudo recente, publicado pela Socesp (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo), discute a influência das crenças e dos padrões de pensamento no tratamento e na prevenção de doenças. 

O relatório traz mais de 350 referências recentes de estudos internacionais sobre o assunto. E sugere que os profissionais da medicina já estão se convencendo de que pacientes com algum sistema de crença ou fé, parecem se recuperar mais rapidamente de alguma doença. “A pesquisa pode ser um passo importante para a inclusão de outras terapêuticas no tratamento dos sintomas ligados à saúde mental”, anima-se.


Quando é preciso “ouvir” a alma


Denny garante “captar” e sentir, mesmo à distância, os sintomas do paciente antes mesmo de a pessoa dizer. “É algo desafiador para nossa mente cartesiana. Quando atendo a alguém, eu começo a ter as mesmas sensações físicas, os sintomas do que aquela pessoa está passando no momento. Às vezes, não é preciso me dizer nada. É algo incontrolável, sensitivo, mediúnico, espiritual”.

Além da ansiedade, Denny também notou que as pessoas relatam quadros de desorientação ou mal-estar generalizado. “Assim que começo a interagir, percebo a falta de atenção e de coordenação das ideias. A pessoa parece perdida, sem foco e com pouca capacidade de concentração. E eu sempre recomendo que ela esteja em atendimento paralelo com os profissionais de saúde, até porque existem causas que são químicas e a ciência está aí para isso”, afirma.

O profissional alerta também para os cuidados na hora de buscar um terapeuta, espiritualista ou um atendimento esotérico ou sensitivo, ou até mesmo uma consulta ao tarô ou jogo de búzios.

“Nenhum atendimento energético ou espiritual pode ou deve substituir uma orientação ou tratamento de saúde ou orientação médica. Isso é irresponsável e criminoso. As terapias alternativas ou complementares visam ajudar e entender aquele cliente em um sentido mais amplo, oferecendo ferramentas extras. Precisamos somar”, ressalta.

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