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Você consegue se perdoar?

Entenda o que é autoperdão e como praticá-lo no seu dia a dia

WeMystic Brasil
31 out 2021 às 20:00
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O perdão é a palavra de ordem da maioria das religiões pelo mundo. Perdoar quem nos faz mal, direta ou indiretamente, no entanto, pode ser tão difícil quanto o autoperdão, pois até mesmo a principal oração do cristianismo reflete a dificuldade da ação: perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. Nesse trecho, o que fica implícito é que a força do perdão está relacionada com a própria capacidade de autoanálise das nossas ações e julgá-las a partir do olhar misericordioso, menos austero. Mas, além do preceito religioso, que é fundamental, quais são os benefícios do autoperdão? E como fazer dessa prática algo corriqueiro e natural?

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O autoperdão na teoria

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Como o perdão, assim como a proteção, é um terreno fértil para a área da espiritualidade, há muitos manuais de instrução. Os mais comuns são as orações, das quais você pode escolher a sua favorita e recitar como um mantra todos os dias, prestando atenção em todas as palavras que estão sendo ditas, obviamente. Uma outra forma comum de praticar o autoperdão é escrevendo. Essa maneira de lidar com a questão funciona, pois coloca a culpa em um aspecto físico, permitindo que ela seja vista e tocada. Nesse caso, um dos fins mais comuns é queimar o papel no qual a situação foi descrita, ou até mesmo guardá-lo para reler todos os dias, até que o sofrimento depositado ali torne-se mais leve.


Além disso, seria interessante realizar as práticas junto de alguma outra terapia holística, como por exemplo, a aromaterapia ou a cristaloterapia. Assim, quando você for orar ou meditar, busque colocar algum óleo essencial indicado ou deixe no centro do espaço um cristal cuja funcionalidade esteja alinhada com as pretensões.


Quais são os benefícios do autoperdão?

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Quando nos despedimos de nosso sentimento de culpa, estamos deixando para trás um fardo. Você já deve ter percebido que as terapias tradicionais e alternativas, quando chegam no ponto de tratar de alguns traumas, fazem com que o paciente sempre se sinta aliviado e apto para performar outras reações diante de um certo tipo de situação. Isso acontece devido ao autoperdão, já que na maioria das vezes, os traumas estão atrelados aos sentimentos tidos por nós mesmos. Dessa forma, o trabalho desenvolvido em torno da análise dos próprios atos, mas sob uma ótica misericordiosa, pode levar o praticante a conceber uma realidade mais otimista, assim como também ajuda nos relacionamentos, pois concede flexibilidade na interpretação do cotidiano.


Assim, prevalece também o senso de autoaceitação, uma vez que conversa com o lado das sombras de cada pessoa. No limite, instiga os praticantes a aceitarem que as ações e reações não estão fixas a um padrão limitado, mas podem variar conforme nossas experiências de vida e de aprendizagem. Por outro lado, a parte mais importante desta prática é justamente proporcionar a autorreflexão, e não obstante, condicionar a si mesmo ao ato de repensar as ações sob um viés de crítica construtiva. 


O autoperdão na prática


Como dito anteriormente, o que varia de um dia para o outro na nossa mentalização rumo ao autoperdão é a jornada, a saber, os ensinamentos assimilados e os em processamento. Tudo isso faz parte do caminho a ser percorrido para nos tornarmos pessoas mais tranquilas e autorrealizadas. Portanto, não deixe para trás as lembranças que suscitam em você algumas dores e angústias, elas são parte de quem você se tornou hoje e podem ser de grande ajuda para a pessoa espiritualmente evoluída que você pode se tornar. Em outras palavras, todas as experiências que tivemos em nossa vida, e aqui elas assumem vários aspectos, como os do vício ou os concebidos sem a intenção, devem ser utilizadas a nosso favor, e as ferramentas necessárias podem ser adquiridas através da espiritualidade autoguiada ou compartilhada.

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